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Entrevista Wladimir Monteiro



1. Há quantos anos você está na Oceânica?  Conte um pouco da sua história na empresa.


Eu entrei na Oceânica em 1997, a convite do Assumpção, para estruturar o setor de relatórios da empresa. Na época, a Oceânica havia conquistado seu primeiro contrato de SPFO, e vim para ajudar nessa demanda, além de apoiar na logística de pessoal e na elaboração de procedimentos. Fiquei na empresa até o ano 2000, quando segui para um novo desafio profissional. No entanto, retornei em 2002, pois senti que meu coração nunca realmente havia deixado a Oceânica. Inclusive, até me arrependi de ter saído... Hoje, ao olhar para minha trajetória, me considero com 28 anos de empresa, pois minha conexão com a Oceânica sempre permaneceu forte.


2. Quais foram os momentos mais marcantes ao longo dessa trajetória? Alguma conquista ou desafio que tenha sido significativo?

Tenho muitos momentos marcantes ao longo desses anos na Oceânica, mas um que destaco foi quando fui convidado para gerenciar os contratos de mergulho, além da administração do SEQUIP e da base. Essa responsabilidade me proporcionou um grande aprendizado, pois exigiu que eu me envolvesse em diversas áreas ao mesmo tempo. Outra conquista significativa foi minha participação na estruturação do CRD, um projeto que guardo com muito orgulho. Além disso, estive diretamente envolvido no início dos contratos dos SDSVs, um marco importante para nossa operação.


Mais recentemente, um feito que considero muito relevante foi a mobilização do Oceânicasub XII com o novo sistema de mergulho TUP. Esse avanço reforça nosso compromisso em continuar entregando o melhor em nossas operações.


3. Com qual valor da Oceânica você mais se identifica e por quê?


O valor da Oceânica com o qual mais me identifico é o senso de dono. Sou muito grato ao Alfredo Califfa pelos ensinamentos ao longo do tempo, incluindo os feedbacks firmes que nos ajudaram a crescer. Essas experiências me fizeram valorizar ainda mais a empresa e, há bastante tempo, atuo como se fosse um dos donos. Sempre que tomo uma decisão ou realizo uma tarefa, penso na Oceânica como se fosse minha, buscando o melhor para a empresa em cada ação.


4. O que significa “sangue verde” para você?


Para mim, ‘sangue verde’ significa dar o melhor de si em prol da empresa. Isso vai além do trabalho individual ou do foco exclusivo no próprio setor. Ter sangue verde é atuar com união e pensar no bem da Oceânica como um todo. Em alguns momentos, isso pode significar abrir mão de algo que beneficiaria apenas a minha área ou contrato, mas que, no final, trará ganhos para a empresa como um todo. Esse é o verdadeiro espírito de equipe e comprometimento que vejo no significado de ‘sangue verde’.


5. Quem foram suas maiores influências ou mentores ao longo da sua carreira?

Alfredo Califfa e Wladimir Monteiro na comemoração de 46 anos da Oceânica
Alfredo Califfa e Wladimir Monteiro na comemoração de 46 anos da Oceânica

Minhas maiores influências ao longo da minha carreira na Oceânica são duas pessoas que marcaram profundamente minha trajetória, tanto profissional quanto pessoal: Alfredo Califfa e Luis Paulo Assunção.


O Alfredo Califfa, pelos ensinamentos valiosos que compartilhou ao longo do tempo, sempre desafiando e incentivando meu crescimento. E o Assunção, por ter me acolhido desde o início, me ensinado muito, me apoiado em minhas decisões e orientado em momentos importantes da minha jornada. 


Sou extremamente grato a ambos, pois grande parte do que conquistei e do profissional que sou hoje devo a eles.


6. Quais são as principais mudanças que você observou na empresa ao longo dos anos e o que você espera para o futuro da companhia?


Ao longo da minha trajetória na Oceânica, observei mudanças marcantes que transformaram a empresa no que ela é hoje.

A primeira grande mudança aconteceu quando diversificamos nossos serviços, deixando de atuar exclusivamente com mergulho e iniciamos o CRD, que foi um divisor de águas. Em seguida, veio a construção dos SDSVs, outro passo importante. Depois, tivemos a implementação dos ROVs, começando com o Diverless e, posteriormente, com o WorkClass, impulsionando ainda mais nossa evolução.


Essas mudanças foram cruciais para o crescimento da Oceânica, e o que espero para o futuro da companhia é que nos tornemos a maior empresa do mundo em tudo o que fazemos – seja em mergulho, ROVs ou inovações. Acredito que já somos referência na América Latina, mas ainda há uma jornada desafiadora pela frente. Com muito trabalho e dedicação, tenho certeza de que chegaremos lá.


7. O que mais o inspira em seu trabalho diário?


O que mais me inspira no meu trabalho diário são os desafios constantes. Cada dia traz algo novo, e essa dinâmica me motiva muito. Não tenho uma rotina fixa de fazer sempre a mesma coisa – pelo contrário, meu trabalho exige atenção, dedicação e adaptação a diferentes situações. Essa diversidade de desafios torna cada dia único e faz com que o tempo passe voando. É raro ter um dia monótono ou sem novidades. E é justamente essa energia, essa movimentação constante, que me faz gostar tanto do que faço.




8. Você é muito ligado à sua esposa. O quanto você atribui a influência dela para a conquista dos seus objetivos profissionais?


Minha esposa é o centro da minha vida, sou grato a ela por todos os momentos que compartilhamos juntos e, sem sombra de dúvidas, ela é a minha maior motivação para continuar a melhorar sempre, não somente como profissional, mas como ser humano.





9. Quais conselhos você daria para alguém que está começando na Oceânica e deseja crescer na carreira?


Se eu pudesse dar um conselho para alguém que está entrando na empresa, diria que o mais importante é se dedicar ao máximo ao trabalho e estar sempre disposto a aprender. Construir uma carreira exige esforço, paciência e resiliência, e é preciso entender que nada acontece do dia para a noite. O crescimento profissional acontece aos poucos, degrau por degrau, e cada etapa tem seu valor.


Além disso, acredito que é fundamental agir com honestidade, ter espírito de equipe e estar sempre disposto a ajudar os colegas. Quando compartilhamos o que aprendemos, não apenas contribuímos para o desenvolvimento dos outros, mas também reforçamos nosso próprio conhecimento. Por isso, meu conselho para quem está começando seria esse: tenha paciência, seja comprometido, mantenha uma postura ética e esteja sempre aberto a aprender e a ensinar. Dessa forma, a caminhada pode até ser desafiadora, mas com certeza será muito gratificante.

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